B         F#/A#        C#m  F#/A#    C#m       F#        B
℟. Felizes os humildes de espírito porque deles é o Reino dos Céus!


     G#m                       D#m
— Este é o fim do que espera estultamente, 
C#m                    D#
o fim daqueles que se alegram com sua sorte; 
G#m       G#m/F#         C#m/E
são um rebanho recolhido ao cemitério, 
F#              C#m              F#       C#m    F#
e a própria morte é o pastor que os apascenta. ℟.


— São empurrados e deslizam para o abismo. 
Logo seu corpo e seu semblante se desfazem, 
e entre os mortos fixarão sua morada. 
Deus, porém, me salvará das mãos da morte 
e junto a si me tomará em suas mãos. ℟.


— Não te inquietes, quando um homem fica rico 
e aumenta a opulência de sua casa; 
pois ao morrer não levará nada consigo, 
nem seu prestígio poderá acompanhá-lo. ℟.


— Felicitava-se a si mesmo enquanto vivo: 
“Todos te aplaudem, tudo bem, isto que é vida!” 
Mas vai-se ele para junto de seus pais, 
que nunca mais e nunca mais verão a luz! ℟.